Que tal aprender um pouco mais sobre: EPILEPSIA - CRISE CONVULSIVA

Logo a seguir você tem um resumo de uma publicação feita pelo meu irmão Maj BM Marconni.
Bons estudos pra você especialista. Um forte abraço.
Prof. Jefferson Luiz.
 

ESPECIALIZE-SE E APRENDA CADA VEZ MAIS.


Aos amantes e apaixonadas por Primeiros Socorros (APH), não deixem de adquirir os livros de meu irmão renomado e uma sumidade na área: Maj BM Edson Marconni. Esteja sempre atualizado. VOCÊ NÃO PRECISA SABER TUDO, MAS É IMPORTANTE SABER ONDE ENCONTRAR.
 
 

Vida e carreira: um equilíbrio possível?

Em artigo, Mário Sérgio Cortella falou sobre o tema de sua palestra na Estação de Conhecimento CBN Young Professionals

Gosto demais do que um dia escreveu o britânico Beda, o Venerável, lá no século VIII: "Há três caminhos para o fracasso: não ensinar o que se sabe; não praticar o que se ensina; não perguntar o que se ignora". 
Por isso, uma carreira a ser "turbinada" exige a capacidade de "ensinar o que se sabe", isto é, ter permeabilidade e ser reconhecido como alguém que reparte competências, de modo a fortalecer a equipe e demonstrar ambição (querer mais) em vez de ganância (querer só para si, a qualquer custo). 
É necessário também "praticar o que se ensina", de forma a deixar clara a coerência de postura, o equilíbrio entre o dito e o feito, e a disposição para assumir com segurança aquilo que adota como correto. 
Por fim, o mais importante, "perguntar o que se ignora", pois corre perigo aquele ou aquela que não demonstrar que está sempre em estado de atenção (em vez de estado de tensão) para ampliar capacidades e assumir a humildade (sem subserviência) de compreender e viver aquilo que Sócrates, na Grécia clássica, nos advertiu: "só sei que nada sei", ou seja, só sei que nada sei por inteiro, só sei que nada sei que só eu saiba, só sei que nada sei que não possa ainda vir a saber. 
Afinal, os projetos e metas em qualquer organização são apenas um horizonte que funciona especialmente para sinalizar quais são as possibilidades e limites de progressão; no entanto, horizontes não são obstáculos e sim fronteiras. 
Performance e "fazer" carreira exige atitude e iniciativa e, por isso, é um "fazer" em vez de ser um "receber". Construir o equilíbrio das intenções com as condições é prioritário, sempre lembrando que o equilíbrio precisa ser em movimento (como na bicicleta), sem conformar-se com o sedutor e falso equilíbrio que se imagina atingir ao se ficar imóvel.
Em 2007, a Brasilprev pediu-me uma pequena reflexão sobre equilíbrio na vida pessoal e profissional; eu o chamei de “Ô balancê, balancê...”. e agora aqui o retomo.
Balancê? Por incrível que pareça esse termo francês significa, na dança, ficar apenas alternando um pé com o outro, mexendo o corpo para lá e para cá, mas, sem sair do lugar. Quando, em 1936, Braguinha e Alberto Ribeiro compuseram essa marchinha de carnaval, não poderiam supor que mais de 70 anos depois alguns de nós usaríamos a última estrofe como uma lamentação estagnante do desequilíbrio entre vida profissional e vida pessoal: “Eu levo a vida pensando / Pensando só em você / E o tempo passa e eu vou me acabando / No balancê, balancê”.
“Acho que estou precisando colocar as coisas na balança e ver como consigo lidar melhor com a minha vida no trabalho e a minha vida particular.” Tem ouvido muito isso? Tem pensado muito nisso? Ainda bem; é sinal de sanidade. Qualquer perturbação que abale a integridade e autenticidade do que se vive é perniciosa. Todas as vezes nas quais se tem a sensação de se ser “dois”, isto é, de existir de forma dividida, desponta o perigo de se ter de escolher um entre ambos e relegar o outro. 
A questão vital não é dividir-se, mas, isso sim, repartir-se. Pode parecer óbvio: quando se divide, há uma diminuição; quando se reparte, há uma multiplicação. Em outras palavras: se me divido entre duas atividades, vem sofrimento; se me reparto, vem equilíbrio. 
Não por acaso, a palavra “equilíbrio” está ligada à ideia de pesar, avaliar, aferir e, portanto, colocar na balança. A expressão latina “aequilibrium” tem a sua origem em equ (igual) e libra (balança). 
Balancear as dimensões vitais favorece uma mente sadia; afinal, a vida profissional é parte da vida pessoal, e não toda ela.  Não deve pesar mais, nem menos. Terá a gravidade (em múltiplos sentidos) que for obtida pelo honesto valor que a ela for atribuído. 
O que não dá é ficar só balançando sem sair do lugar; harmonia é construção planejada e persistente, em vez de pura espera.
Para que harmonia, então? 
Como um dia desenvolvi no meu livro Qual é a Tua Obra? (Inquietações Propositivas sobre Gestão, Liderança e Ética) publicado pela editora Vozes:  Cuidado, a vida é muito curta para ser pequena. É preciso engrandecê-la. 
E, para isso, é preciso tomar cuidado com duas coisas: a primeira é que tem muita gente que cuida demais do urgente e deixa de lado o importante. Cuida da carreira, do dinheiro, do patrimônio, mas deixa o importante de lado. Depois não dá tempo. A segunda grande questão é gente que se preocupa muito com o fundamental e deixa o essencial de lado. 
O essencial é tudo aquilo que não pode não ser: amizade, fraternidade, solidariedade, sexualidade, religiosidade, lealdade, integridade, liberdade, felicidade. Isso é essencial. 
Fundamental é tudo aquilo que te ajuda a chegar ao essencial. Fundamental é a tua ferramenta, como uma escada. Uma escada é algo que me ajuda a chegar a algum lugar. Ninguém tem uma escada para ficar nela. Dinheiro não é essencial. Dinheiro é fundamental. Sem ele, você tem problema, mas ele, em si, não resolve. Emprego é fundamental, carreira é fundamental. 
O essencial é o que não pode não ser. Essencial é aquilo que faz com que a vida não se apequene. Que faz com que a gente seja capaz de transbordar. 
Repartir vida. Repartir o essencial, a amizade, a amorosidade, a fraternidade, a lealdade. Repartir a capacidade de ter esperança e, para isso, ter coragem. 
Coragem não é a ausência de medo. Coragem é a capacidade de enfrentar o medo. O medo, assim como a dor, é um mecanismo de proteção que a natureza coloca para nós. Se você e eu não tivermos medo nem dor, ficamos muito vulneráveis. Porque a dor é um alerta e a dor nos prepara. É preciso coragem para que a nossa obra não se apequene. E, para isso, precisamos ter esperança. 
E, como dizia o grande Paulo Freire, “tem de ser esperança do verbo esperançar”. Tem gente que tem esperança do verbo esperar. E esperança do verbo esperar não é esperança, é espera. “Ah, eu espero que dê certo, espero que resolva, espero que funcione.” Isso não é esperança. 
Esperançar é ir atrás, é se juntar, é não desistir. Esperançar é achar, de fato, que a vida é muito curta para ser pequena. E precisamos pensar se estamos nos dedicando ao importante em vez de ao urgente. 
Tem gente que diz: “Ah, mas eu não tenho tempo”. Atenção: tempo é uma questão de prioridade, de escolha. Quando eu digo que não tenho tempo para isso, estou dizendo que isso não é importante para mim. Cuidado, você já viu infartado que não tem tempo? Se ele sobreviver, ele arruma um tempo. O médico dizia “você não pode fazer isso, tem de andar todo os dias”. Se ele infartar e sobreviver, no outro dia você vai vê-lo, às 6 horas da manhã, andando. Se ele tinha tempo, que ele teve de arrumar agora, por que não fez isso antes? Você tem tempo? Se não tem, crie. Talvez precisemos rever as nossas prioridades. 

Será que estamos cuidando do urgente e deixando o importante de lado? Será que não estamos atrás do fundamental, em vez de ir em busca do essencial? 


Comunicado Importante

A Diretoria da Academia Tecnológica do Brasil comunica que há empresas inescrupulosas aproveitando-se do sucesso da Acadetec, quer para explorar a credibilidade de sua marca, quer no sentido de extorquir dinheiro dos internautas e/ou denegrir a imagem da instituição.  

Deste modo, a Acadetec torna público que não se responsabiliza por sites hospedados sobre quaisquer domínios diferentes do seguinte:





A logomarca original e autêntica da Acadetec, registrada no Instituto Nacional da Propriedade Intelectual (INPI) é tal e qual se vê abaixo:




Providências judiciais cabíveis já estão sendo tomadas no sentido de punir e coibir a prática criminosa de extorsão de, pelo menos, um desses sites, cujo autor (mandante e programador) já foi identificado.


A Acadetec aproveita a ocasião para reiterar seu respeito para com o internauta e seu compromisso em levar o melhor da educação profissional a todos, com qualidade e inovação.


Atenciosamente


A Diretoria

Uma rápida reflexão sobre a Vida - Feliz Natal



Modelagem Conceitual de Dados


Modelagem Conceitual de Dados - Nunca foi tão necessário

A cada dia que se passa as ferramentas de produtividade na área de TI vão avançando em qualidade, facilidade e potencial de versatilidade.  Em poucos minutos é possível criar aplicações que dantes levavam dias e até meses.  Mas isso tem um efeito colateral gravíssimo!  Tenho presenciado excelentes profissionais de programação desenvolverem sofisticados sistemas sem a devida preocupação com a normalização de seus dados.  Redundâncias não controladas, inconsistências de integridade referencial indireta, são apenas dois dos exemplos de problemas ocultos escondidos debaixo do tapete por profissionais desavisados.

Apesar de todas as ferramentas CASEs e sofisticadas IDEs lançadas no mercado, a modelagem conceitual de dados é algo que nenhum utilitário consegue substituir.  Estamos falando do conhecimento do mundo real do usuário.  A grande maioria dos desenvolvedores iniciam suas implementações a partir da codificação do software, em vez de começar pelo bom e velho rabisco.  Estamos falando de algo que, para você, caro leitor, pode parecer uma bobagem - mas estou cansado de presenciar implementações mal sucedidas por falta daquela palavrinha chata para os técnicos de TI: "planejamento".

Iniciar o desenvolvimento de um sistema pela implementação é como construir uma edificação sem a planta baixa.  Imaginem só se, ao lançar a última laje de um edifício, descobre-se que o banheiro deveria ter ficado do lado oposto do apartamento?  O que é óbvio para a engenharia civil, não é tão claro assim quando se fala em engenharia de software.  Erros básicos de modelagem de dados vêm sendo cometidos a três por quatro, atrasando cronogramas, modificando escopo e encarecendo projetos bem no meio de sua linha do tempo.

Programadores!  Engenheiros de software!  Vamos ter humildade e voltar a estudar essa matéria jurássica que nunca foi tão necessária em meio à alucinante velocidade com que os aplicativos e sistemas são desenvolvidos para nossos clientes.

Ah, não poderia deixar de avisar aos amigos tecnológicos: estarei lançando já em janeiro de 2013 o curso: Modelagem Conceitual de Dados, para desenvolvedores, analistas e engenheiros de software. Será pela Acadetec Online (www.acadetec.com.br).

Fiquem ligados !

Você é Empreendedor?


Olá amigos.  

Vivemos num país onde todo mundo se julga empresário, administrador e técnico de futebol.  Não adianta discutir - todo mundo tem uma receita de bolo para dar certo e uma escalação perfeita para a seleção brasileira. Em minhas palestras eu costumo indagar: se administrar uma empresa fosse fácil ninguém passava 4 anos fazendo um bacharelado em administração.  Imagine empreender um negócio, que nem faculdade tem para isto?  Este é um campo fértil para as mais translocadas atitudes "empreendedoras", e porque não dizer, muitas vezes suicidas!

O Brasil é o segundo país mais empreendedor do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. Aqui, em se plantando tudo dá!  Mas, quando olhamos para o outro lado da mesa, vemos um dos maiores índices de mortalidade das micro e pequenas empresas.  Segundo a pesquisa do Sebrae divulgada em outubro de 2011, esta taxa pode chegar a 43% em alguns estados para empresas com até 2 anos.

Um dos campos mais férteis para o empreendedorismo no Brasil está, sem sombra de dúvidas, no mercado da Tecnologia da Informação.  Graças a nossas mentes criativas e a um mercado onde a principalcommodity é o pensamento, grandes oportunidades se espraiam por todas as regiões do Brasil e, principalmente, fora do país, onde mercados como o de games e de soluções Web têm se beneficiado enormemente de nossos talentos.

Mas mesmo em um mercado aparentemente tão acessível, desenvolver um produto e começar a vender não é regra sinequanonpara o sucesso.  Muitos jovens empreendedores quebram antes mesmo de atingir voo de cruzeiro porque ignoram que o Empreendedorismo é uma Ciência, diferente de Administração e das demais ciências aplicadas.  Poderíamos aqui enunciar 10 mandamentos, 7 segredos e 20 receitas empacotadas para o sucesso de sua empresa, mas estaríamos chovendo no molhado, pois, como todo e qualquer adolescente que acaba de sair da puberdade, o jovem empreendedor muitas vezes prefere contrariar alguns teoremas científicos elementares e, em detrimento de aconselhamentos e literaturas, trilhar por caminhos épicos, seguindo passos de ídolos como Steve Jobs, Bill Gates, ou mais recentemente as vedetes doFacebook (Zuckerberg) e da Google (Larry Page e Sergey Brin).

Então, em vez de regras de sucesso ou receitas de bolo para o êxito em empreendimentos, vamos fazer o contrário: algumas dicas sobre o que NÃO se deve fazer ao iniciar um empreendimento:

1. Contratar quem você não pode demitir.  Refiro-me aqui a pessoas da família ou amigos íntimos que não tenham nada a contribuir exceto com a sua lealdade;

2. Convidar sócios por amizade ou relações familiares. Cuidado com a montagem de sua sociedade.  O sócio, assim como todo e qualquer colaborador a ser contratado, deve ter ativos a injetar em sua empresa, além de princípios éticos, é claro.  Os ativos a que nos referimos são capacidades, talentos ou simplesmente GRANA, sem as quais você REALMENTE não consiga levar o negócio adiante;

3. Informalidade.  Estabeleça relações claras e DOCUMENTADAS com tudo e com todos.  Não prescinda de contratos que garantam: propriedade intelectual, continuidade dos serviços básicos de fornecimento de seus insumos e mão de obra, confidencialidade, etc;

4. Coração acima da razão.  Também diga não ao contrário.  A razão e o coração devem estabelecer uma relação de respeito e igualdade.  Quando o coração assume a liderança há espaço para a impulsividade, negligência e outros fatores que poderão quebrar seu negócio em pouco tempo.  Mas a razão pura não consegue ter energia suficiente para chegar longe - o segredo está no equilíbrio.  Se você não consegue estabelecer este equilíbrio, procure um sócio (gerente) que lhe imponha este contrapeso.

5. Dinheiro acima de tudo.  É comum cedermos a tentações de desvirtuar os rumos traçados em nosso planejamento simplesmente por uma boa proposta financeira.  Quer seja para compra antecipada de seu negócio, quer seja na assunção de um cliente ou serviço fora de escopo, tudo isto pode dispersar suas energias e tirar o seu foco do alvo almejado.  Foco é um dos segredos do sucesso.

Se você acha que acabou, enganou-se.  Lembre-se: empreendedorismo é Ciência, e como toda ciência, deve ser estudada e levada a sério.  Ou você se aprofunda nela ou se cerca de pessoas que possuem tal conhecimento.  De outro modo, vamos confiar na sorte e no Zeca Pagodinho, quando diz: "deixa a vida me levar - vida leva eu".

Mas atenção !  Não estou querendo aqui, de modo algum, desestimular você, ou esses jovens brilhantes com uma ideia na cabeça e um sonho no coração.  Apenas peço que pensem em alguns erros comumente cometidos por mais de 99% dos empreendedores que fracassam.

Quer saber mais sobre Empreendedorismo?  Faça um curso introdutório comigo.  Este curso vai ser disponibilizado ONLINE ainda no mês de dezembro pelo endereço:

Outro curso que recomendo a você, antes mesmo de fazer o curso de Empreendedorismo, é o de Marketing Pessoal: também ONLINE.  Este já está disponível e pode ser feito pelo link:

Ou simplesmente converse com a gente no Fórum Acadetec: é grátis e aberto ao público.  E pra começar, postei um tópico lá intitulado: Empreendedorismo.  Leia e participe do tópico: 
"Você é empreendedor?" -  http://migre.me/cbctt

Ah, e tem mais.  Não acredite 100% em mim.  Também tive sucessos e fracassos.  Procure conhecer mais cases de outros empreendedores.  Conhecimento nunca é demais !