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Nanotecnologia será tema de cursos no CTN | Atualização para Profissionais de Segurança do Trabalho

Os dois cursos são realizados pela instituição e parceiros da NIOSH, RENANOSOMA, DIEESE, DIESAT, IIEP e FIOCRUZ .


Em dezembro, a Fundacentro de São Paulo e parceiros promovem dois cursos, nos dias 03 e 04 das 9h às 17h30 será sobre “Conceitos de Nanotecnologia e Impactos à Saúde dos Trabalhadores” e no dia 11 das 8h às 15h, abordará sobre “Avaliação Ambiental de Nanopartículas”.
O local será no Centro Técnico Nacional (CTN), situado à Rua Capote Valente, 710, Pinheiros, São Paulo – SP.
Os dois cursos são destinados a trabalhadores, sindicalistas, empresários, profissionais de segurança e saúde do trabalhador, professores, estudantes e interessados.
As aulas serão expositivas com estímulo à participação dos alunos para elaboração de perguntas e esclarecimento de dúvidas que envolvem o tema.
A taxa de inscrição de ambos é de duas latas de leite em pó, que serão doados para uma instituição de caridade que será informada durante a realização do curso.
O interessado poderá fazer a inscrição através do site: www.fundacentro.gov.br, clicando em cursos/calendário de cursos e alterar a data para o mês de dezembro/buscar. Aparecerá a página com a programação completa dos cursos elink para que os alunos possam escolher o curso desejado e realizar a inscrição.
No momento, está disponível apenas o curso “Conceitos de Nanotecnologia e Impactos à Saúde dos Trabalhadores”, a partir do dia 23/11 estará aberto para inscrição o curso “Avaliação Ambiental de Nanopartículas”.
É necessário preencher todos os itens da ficha, pois a confirmação da inscrição será feita por e-mail informado pelo aluno. Caso haja desistência, o participante deverá comunicar com antecedência, do contrário não participará dos próximos cursos previstos, mesmo que efetue a inscrição pelo site.
Mais informações entrar em contato pelos telefones: (11) 3066-6055 ou 3066-6337.

Fonte: Portal Fundacentro 

10 Doenças mais comuns no mundo Corporativo


Rinite, alergia de pele e dor no pescoço. Um destes problemas de saúde já atrapalhou o seu expediente? De acordo com grande parte dos executivos, sim.

Ao avaliar 15 mil deles, uma pesquisa da operadora de saúde Omint mapeou como anda a saúde desses profissionais e quais foram as dez doenças mais comuns no mundo corporativo no ano passado.

De acordo com o resultado, a rinite é a campeã. Quase 30% dos executivos entrevistados citaram o problema, enquanto 22,41% sofrem de alergia de pele, e 19,36% têm dores no pescoço.

A poluição das grandes cidades é a grande vilã do sistema respiratório, diz Caio Soares, diretor médico da Omint e coordenador do estudo. "Em cidades como São Paulo, as doenças respiratórias, como a rinite, são muito frequentes", diz. Segundo ele, altas temperaturas agravam ainda mais o problema. "Isso porque cresce o número de partículas em suspensão no ar", diz Soares.

As dores no pescoço e ombros estão relacionadas à tensão, diz o coordenador do estudo. "O estresse leva à contração muscular na região do pescoço e ombros", explica Soares.

Ele também conta que, quando especialistas em ergonomia visitam empresas, o número de correções de postura, posicionamento em relação ao computador, altura da mesa e da cadeira é enorme. "Do presidente à recepcionista, todos têm problemas e muitas correções ergonômicas precisam ser feitas", explica.

O dado mais alarmante da pesquisa também está relacionado ao estresse e vem crescendo bastante entre os executivos: a ansiedade, na 6ª posição da lista. Se, em 2009, 14% dos executivos avaliados apresentavam sintomas da doença, em 2011, esse percentual chega a 18,20%.

O sentimento de ansiedade é comum, diz Soares, mas se começa a prejudicar as tarefas do dia a dia passa a ser classificado como doença. "O limite é quando a ansiedade começa a interferir nas atividades profissionais ou pessoais", diz o médico.

O percentual de executivos atingidos pela ansiedade preocupa, na opinião de Soares. "A ansiedade é a brasa que mantém aceso o fogo de outras doenças", explica Soares.

Se a ansiedade cresce, por outro lado, a hipertensão tem diminuído. Em 2009, eram 10%. Passaram para 9,07%, em 2010, e agora somam 8,15% do total. O tabagismo também está em queda. Os indicadores de diabetes e colesterol alto seguem estáveis. Atingem 2,3% e 2,04% da população avaliada, respectivamente.

Excesso de peso
Os quilos a mais continuam a ocupar lugar de destaque no ranking elaborado pela Omint, afetando quase um quinto dos executivos entrevistados. Os indicadores vêm se mantendo estáveis nos últimos 3 anos, mas isso não é bom, segundo o coordenador do estudo. "Não podia estar pior porque os índices estão estáveis, mas lá em cima", diz Soares.

Segundo a pesquisa, 38,6% dos executivos têm Índice de Massa Corpórea (IMC) acima de 25. Dentro desse universo, 18,99% são homens e 11,53%, mulheres.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), pode ser considerada obesa uma pessoa que tem IMC acima de 30.

Hábitos não saudáveis
A explicação para o fato de a obesidade ainda assombrar o mundo corporativo está nos hábitos de vida dos executivos.

Isso porque a quase totalidade deles - 95,5% - assume que não tem uma alimentação saudável e quase metade dos executivos é sedentária. Além disso, 31,7% deles estão estressados.

Mas os executivos querem virar o jogo, de acordo com a pesquisa. A inclusão de pelo menos uma atividade física na rotina é objetivo de 37,7% dos executivos entrevistados. A pesquisa também revela que 44% pensam no assunto. Em relação à alimentação, 26,1% disseram que já estão adotando um cardápio mais saudável e 39% estão pensando em fazer isso.

"A intenção é nova e é crescente", diz Soares. Mas, para ele, ainda é cedo para esperar melhora na próxima pesquisa. "O ritmo de vida agitado atual não permite a mudança de hábitos, é difícil", diz.

Ele sugere que os executivos comecem com pequenas mudanças. "Se cortar manteiga da alimentação, já diminui o risco de doença cardiovascular em 50% em 10 anos", explica.

Um hábito não saudável que está em queda é o tabagismo. Realizada há 7 anos, a pesquisa da Omint apontava em 2004 cerca de 18% de fumantes entre os executivos. Em diminuição gradual desde então, hoje os fumantes não passam de 12%. E a tendência é de queda ainda mais acentuada. "Entre as mudanças de hábitos, parar de fumar é uma iniciativa fundamental para quem almeja vida longa saudável", diz Soares.

Confira na tabela abaixo as 10 doenças mais comuns no mundo corporativo e o percentual de executivos afetados por elas:
Doenças200920102011
1- Rinite27,72%28,31%28,97%
2- Alergia de pele22,58%22,32%22,41%
3- Dor no pescoço/ ombros20,50%19,65%19,36%
4- Excesso de peso18,59%18,49%18,42%
5- Dor de cabeça frequente16,81%16,74%16,50%
6- Ansiedade14,77%16,91%18,19%
7- Asma ou bronquite13,35%13,47%13,47%
8- Insônia11,64%11,07%10,83%
9- Colesterol alto11,49%11,58%11,53%
10- Dor crônica nas costas9,85%9,17%8,52%



Problemas que teriam seus impactos minimizados por uma boa Gestão de Saúde e Segurança, concordam?

Fonte: EXAME.com

Conhecendo melhor o Napo...


Compartilhamos a história dessa personagem tão utilizada pelos profissionais de Segurança do Trabalho nas ações de conscientização:

As origens do Napo
O Napo é uma ideia original de um pequeno grupo de profissionais de comunicação no domínio da saúde e segurança no trabalho que responde à necessidade de produtos de informação de alta qualidade, que rasguem as fronteiras nacionais e vão ao encontro das diferentes culturas, línguas e necessidades práticas das pessoas no local de trabalho. Os filmes não foram concebidos para proporcionar uma cobertura exaustiva de um tema, nem devem ser encarados como filmes de teor formativo ou educativo. O papel do Napo e dos seus amigos consiste em alertar para a saúde e segurança no trabalho, através das suas personagens simpáticas, de histórias engraçadas e de uma abordagem humorística e ligeira. “Segurança com um sorriso” é o contributo do Napo para locais de trabalho melhores, mais seguros e mais saudáveis. Cada filme é co-produzido por diversas instituições europeias. A Agência Europeia para a Segurança e a Saúde no Trabalho, com sede em Bilbau, Espanha, financiou o desenvolvimento do sítio Web.
Historia
O consórcio cinematográfico, que é constituído pelo HSE (Reino Unido), pela DGUV (Alemanha), pelo INAIL (Itália), pelo INRS (França), pela SUVA (Suíça) e pela AUVA (Áustria), formou-se na sequência do Ano Europeu para a Segurança, Higiene e Saúde no Local de Trabalho 1992/3 e do Festival Europeu de Cinema que se realizou em Salónica, em 1992.
A Comissão Europeia apoiou os festivais na expectativa de adaptar os melhores vídeos, para serem utilizados em toda da União Europeia. No entanto, essa adaptação revelou-se difícil. Muitos filmes são feitos por produtoras comerciais, que não estão dispostas a abdicar dos seus direitos. Dadas as diferenças culturais, as imagens, os argumentos e as peculiaridades dos filmes constituem um entrave à sua adaptação e transferência entre as fronteiras nacionais.
Face a esta situação, o consórcio reuniu-se para encontrar formas de encomendar e produzir vídeos que pudessem ser utilizados em toda a Europa. O consórcio baseia-se nos interesses pessoais e contributos de particulares, não tendo uma base institucional.
O nascimento do Napo
O grupo elaborou uma proposta, uma especificação e um concurso de produção de um vídeo sobre sinais de segurança, tendo identificado duas produtoras do seu país, que foram convidadas a apresentar propostas. O contrato foi adjudicado à Via Storia, uma empresa francesa de Estrasburgo. Assim nasceu o Napo!
O primeiro vídeo, Napo e os Sinais, foi apresentado no Festival Europeu de Cinema de Edimburgo, em 1998, e ganhou prémios no Congresso Mundial de São Paulo, em 1999, e em festivais de cinema nacionais organizados na França e na Alemanha.
Em 2003, a Agência Europeia para a Segurança e a Saúde no Trabalho, com sede em Bilbau, manifestou interesse num terceiro vídeo de apoio à semana europeia e à respectiva temática das substâncias perigosas. Chegou-se a um acordo com o consórcio, segundo o qual a Agência podia fornecer matrizes do vídeo a todos os Estados-Membros, países candidatos e países da EFTA, com disposições claras relativas à utilização não exclusiva, aos direitos e aos custos. 

Fonte:

Os Riscos Ocupacionais


Há cinco tipos de riscos a que os trabalhadores normalmente estão expostos. São os riscos físicos, biológicos, mecânicos, ergonômicos e químicos.

Os riscos físicos são aqueles a que os trabalhadores estão sujeitos ao manipular, por exemplo, uma britadeira numa construção. São os ruídos excessivos, calor intenso, vibrações, pressões anormais, radiações, umidade.

Os riscos biológicos são os organismos vivos que podem provocar doenças quando em contato com o corpo humano, tais como: vírus, bactérias, parasitas, protozoários, fungos e bacilos.

Os riscos mecânicos ou geradores de acidente são, por exemplo: máquinas e equipamentos sem proteção, ferramentas inadequadas ou defeituosas, armazenamento inadequado, etc.

Os riscos ergonômicos são aqueles que podem gerar distúrbios psicológicos e fisiológicos. São Por exemplo: postura inadequada, controle rígido da produtividade, situação de estresse, etc.

E por fim os riscos químicos, em que agentes na forma sólida, líquida, gasosa ou de vapor podem penetrar no corpo humano pelas vias respiratória, parenteral, dérmica ou pela desintegração digestiva.

Como a nanotecnologia está relacionada aos riscos químicos, logo é preciso entender que toda substância possui um grau de toxicidade. Há produtos que possuem alta toxicidade e produtos que possuem baixa toxicidade. Contudo, é necessário entender que o agente químico presente no ambiente precisa ter condições favoráveis para poder desencadear danos à saúde do trabalhador (doenças, incêndios e explosões que podem provocar intoxicações, queimaduras, etc).

Uma vez no organismo do trabalhador, os agentes químicos com alta toxicidade combinados a determinadas características do indivíduo, podem provocar algum tipo de efeito. Um trabalhador que possua uma suscetibilidade maior ao adoecimento, por exemplo, terá grandes chances de adoecer com mais facilidade. Algumas características como o hábito de fumar, de beber, a desnutrição, a maneira como a empresa impõe o ritmo de trabalho, o turno, os fatores ambientais, também influenciam na variabilidade dos efeitos que agentes químicos podem provocar no corpo humano, gerando uma resposta que pode ser nula, leve ou até conduzir a morte.

Por outro lado, se uma partícula está impregnada num filme, pode ser que ela seja menos perigosa ou não oferecer risco. Mas se ela estiver suspensa no ar, pode interagir com o organismo de um trabalhador se porventura ele a inalar. Dessa forma, os trabalhadores estão expostos de uma forma mais preocupante que os consumidores.

Uma partícula que penetra na pele com mais facilidade pode ser usada para fins terapêuticos, podendo ser benéfica. Mas pode ser um malefício ao penetrar nas células e provocar interações não desejáveis.

Sabe-se que as partículas mais finas tem um grau de toxicidade maior. E, tanto menor a partícula, maior a área exponencial. Abaixo de 100 nm, a relação de superfície está relacionada com a reatividade da partícula. Quanto maior a área superficial, maior é a reatividade da partícula e a atividade biológica.

Contudo, pouco se conhece sobre a interação de nanopartículas com o organismo humano. Por isso, não é possível tirar conclusões sobre as consequências que os trabalhadores podem sofrer quando expostos a elas.


Fonte: Portal Fundacentro



EPI para Risco Físico - Ruído




Como destacamos em nosso curso sobre o PPRA, o Equipamento de Proteção Individual só deve ser adotado quando a eliminação do risco ou as medidas de proteção coletiva forem inviáveis.


Porém, sabemos que os mesmos são nossos fortes aliados para a proteção do trabalhador contra lesões advindas da exposição aos riscos.


Escolhê-los e monitorar adequadamente seu uso é uma tarefa estratégica do Técnico em Segurança do Trabalho.


Compartilhamos as dicas do "Protegildo".


Boa leitura!



Quer desenvolver as competências necessárias para elaborar o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais em conformidade com as recomendações legais?

PPRA - Quem pode assinar?

Apesar da polêmica que ainda persiste, é importante ressaltar que o PPRA, como a própria nomenclatura especifica, é um "Programa" e não um "Laudo".
Na NR 9 (Portaria 3214/78 e  Portaria SSST nº 25 de 29/12/94) , estabelece de forma clara, no seu subitem 9.3.3.1 que:

"A elaboração, implementação e avaliação do PPRA poderão ser feitas pelos profissionais do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Saúde do Trabalho SSST, ou por pessoa ou equipe de pessoas que, a critério do empregador sejam capazes de desenvolver o disposto nesta NR "

Nada consta na Legislação trabalhista que determine que o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais só possa ser assinado por engenheiros, com respectivos nº de registro no CREA e ART.

Para reiterar ainda mais esse fato, temos também a NOTA TÉCNICA / DSST / N.º 02, que afirma:

"...é competência exclusiva e restrita ao Ministério do Trabalho e Emprego a fiscalização do desenvolvimento do PPRA."

A grande maioria dos PPRAs são elaborados, assinados e operacionalizados pelos profissionais Técnicos em Segurança do Trabalho, de fato e de direito, sem nenhuma restrição legal.

Andréa César


Quer desenvolver as competências necessárias para elaborar o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais em conformidade com as recomendações legais?